Sobre o mito do marketing digital ser barato

Traditional-vs-DigitalEste título origina de uma frase que ouço muitas vezes, tanto da parte de clientes quer da parte de outros profissionais desta área. Eu, no entanto, tenho uma opinião completamente diferente: o Marketing Digital não é barato, é flexível!

Quando se quer comparar o custo de uma campanha de Marketing Digital com o custo de uma campanha, por exemplo, na imprensa, televisão ou rádio, e observamos o valor total de todas elas, chegamos à conclusão de que é possível fazer uma brilhante campanha de Marketing Digital por valores impraticáveis nos meios de marketing “tradicionais”. No entanto, um custo mais baixo não significa barato.

Vou tentar explicar – Os grandes players do Marketing Digital, como o Google, o Facebook ou o Linkedin, integraram uma noção de comunicação que dificilmente será possível/replicável nos meios tradicionais – o custo por clique ou visualização. Para além disso, viabilizaram a comunicação ultra-segmentada: por critérios demográficos, geográficos, financeiros, dias da semana e horas do dia, entre tantos outros. E mais, não forçam ninguém a comprometer-se antecipadamente com valores. Cada responsável de marketing decide em qualquer altura quando ativa, coloca em pausa ou cancela as suas campanhas.

Esta dinâmica de comunicação revolucionou o mercado do marketing e da publicidade, na medida em que uma pequena empresa tem hoje possibilidade de fazer concorrência a uma multinacional. Nos dias de hoje é possível fazer uma campanha de marketing digital com algumas dezenas de euros, algo dificilmente alcançável em televisão ou rádio. Todos estes fatores dão a impressão que se trata de uma estratégia de marketing barata, mas não é!

No fim, em qualquer atividade de marketing, seja offline ou digital, o que define tudo são os resultados: credibilidade, visibilidade, notoriedade, vendas e contactos. E uma campanha de marketing bem feita, seja ela offline ou digital, pode alcançar magníficos resultados para as empresas que as executam. Muitas das vezes a diferença está na flexibilidade de certas técnicas quando comparadas com outras.

Se uma pequena empresa de desentupimentos quiser ajuda, para fazer campanha de marketing numa rádio, vai ser confrontada com um orçamento de uns milhares de euros. No entanto, uma campanha de Marketing Digital pode alcançar os resultados desejados por algumas centenas de euros. Quer então isto dizer que uma estratégia é mais barata que outra? Na minha opinião, é óbvio que não! Uma é mais flexível do que a outra, e dá a hipótese à pequena empresa de desentupimentos de criar uma campanha de acordo com o seu orçamento e público-alvo, algo que a rádio não lhe poderia oferece.

Mas se equipararmos o valor por obtenção de clientes dessa pequena empresa que decide pela campanha de Marketing, com o custo por aquisição de clientes que uma outra empresa de desentupimentos que opera a nível nacional obteve com uma campanha efetuada numa rádio nacional, possivelmente a diferença não será assim tanta. A grande diferença é apenas que a pequena empresa investiu umas centenas de euros para alcançar dezenas de clientes, enquanto que a grande empresa investiu alguns milhares de euros para conseguir centenas de clientes.

A experiência mostra-me que, nitidamente, o Marketing Digital não é barato. Oferece a possibilidade de efetuar campanhas de baixo custo, é extraordinariamente flexível e obtém resultados surpreendentes. O Marketing Digital deve ser visto pelas empresas como um complemento ou alternativa ao Marketing Tradicional, não por ser barato, mas por ir ao encontro dos hábitos de consumo de informação dos clientes e porque é rentável, funciona, e ajuda para os resultados das empresas. Não nos iludamos: notoriedade, visibilidade, credibilidade, contactos e vendas vão sempre custar muito dinheiro.

5 tendências do marketing digital para 2016

Nos últimos anos temos assistido ao reinventar do marketing online. A mudança tem sido baseada no aperfeiçoamento da forma como se abordam os utilizadores online de forma a transformá-los em clientes.

Dan Scalco, empreendedor e fundador da Digitalux, elegeu as cinco tendências do marketing digital para 2016. Ele é alguém que sigo e que considero uma referência. Aqui ficam as suas opiniões:

Mais sites responsivos

No fundo, esta tendência cada vez mais o deixa de ser, para se tornar uma obrigatoriedade. A tecnologia está em constante mudança e o mundo do marketing é reflexo disso mesmo. Em 2016, os novos sites, sejam eles corporativos (por exemplo uma clinica dentaria lisboa), lojas online (por exemplo lojas de roupa), etc, já deverão ser desenvolvidos de acordo com a tecnologia responsiva, ou seja, ajustando-se a qualquer tamanho de ecrã e/ou dispositivo, seja um computador, portátil, tablet ou smartphone.

O SEO continuará a mudança para marketing de conteúdo

O SEO, sigla inglesa para Search Engine Optimization, não está a dar as últimas, antes pelo contrário: cresceu! Uma prática que há uns anos atrás era vista como obscura, que tinha como objetivo direcionar os utilizadores para determinada página, está a direcionar-se para algo mais claro, chamado (por agora) Marketing de Conteúdo. Significa basicamente que, em vez de se colocar no conteúdo de um website apenas palavras-chave que remetam a buscas relacionadas ao serviço ou produto que se pretende promover, a evolução dos motores de busca, exige agora que se criem conteúdos úteis ao utilizador, caso contrário não se obterá tráfego orgânico.

O vídeo vai tornar-se a principal plataforma de conteúdos

Assim como a internet evolui, a forma como consumimos conteúdo também. O sucesso do YouTube em 2015, fez com que as plataformas de vídeo se fortalecessem e se tornassem uma das principais formas de difundir conteúdos. Com o formato de vídeo, torna-se possível alcançar uma taxa de conversão e engajamento muito mais elevada do que de qualquer outra forma. Estudos revelam que os visitantes ficam dois minutos a mais numa página se ela tiver um vídeo.

Design e velocidade serão uma necessidade e não um luxo

Os sites que se vão destacar em 2016 não serão apenas os que oferecem o melhor conteúdo, mas aqueles que o vão fazer de forma mais eficaz e competente possível. Isso significa que a forma como um website é desenhado e a velocidade com que carrega serão fatores fundamentais para transformar o visitante em cliente.

O conteúdo será mais interativo

O que é que transformou o Buzzfeed num dos maiores websites na internet? Não foram os títulos “catchy” ou artigos em forma de lista. Foram os quizzes! O Buzzfeed transformou um simples quiz de personalidade num prodígio viral, simplesmente por tocar no ego das pessoas. Quando alguém responde a um quiz, o Buzzfeed incentiva a partilha do resultado nas redes sociais, motivando assim todos a fazerem o mesmo, atingindo o estado viral.

Esse tipo de conteúdos interativos foi utilizado igualmente num dos artigos mais vistos do jornal New York Times. Este tinha especificamente um quiz sobre as diferenças linguísticas entre as diferentes regiões dos EUA. O formato fez sucesso simplesmente porque cativa o utilizador e proporciona-lhe uma experiência interativa que o “prende” ao conteúdo. Esta estratégia está a ser mais usada em sites de notícias, mas pode ser aplicada a qualquer site e/ou área de negócio desde um portal de dentistas a websites corporativos.

Em 2016, vamos ver sem dúvida mais conteúdo interativo no formato de vídeo, realidade virtual, e anúncios que visam criar diálogos entre a empresa e seu público-alvo.

Fonte: http://www.inc.com/

5 Passos para melhorar os seus anúncios no Facebook

O Facebook Conta atualmente com qualquer coisa como 400 milhões de utilizadores. Se o Facebook fosse um país seria o terceiro maior do mundo, atrás apenas da China e Índia. Ou seja, há uma boa possibilidade de que o nosso cliente-alvo tenha conta no Facebook, a grande questão é como chegar até ele.

A plataforma de publicidade do Facebook é um veículo que vale a pena explorar. A ferramenta permite que coloquemos anúncios tanto na barra lateral direita (menos visíveis), como na timeline. Estes últimos são os que revelam uma maior taxa de CTR (Click through Rate), basicamente porque são exatamente iguais a qualquer outro post de um outro utilizador.

Estes anúncios são ótimos para promover pequenas e médias empresas. Desde restaurantes a empresas de limpezas em lisboa. Principalmente porque se consegue um bom custo por clique (quando o público-alvo está bem segmentado).

No entanto, para criar campanhas de sucesso na plataforma de anúncios do Facebook, é preciso ter em conta uma série de fatores. Abaixo está uma descrição de cinco etapas que considero fundamentais e que vão ajudar qualquer um a explorar corretamente a publicidade do Facebook.

Público-Alvo

Uma das melhores características dos anúncios no Facebook é a capacidade de selecionar quem vê o seu anúncio usando uma série de variáveis, incluindo as palavras-chave. É possível segmentar por geografia, idade, sexo, escolaridade, tipo de relacionamento, local de trabalho e palavras-chave. (Já consegui ser tão específico nesta segmentação que consegui criar uma mensagem de aniversário para a minha namorada através de um anúncio e ser tão específico no targeting, que garanti que ela era a única que iria ver o anúncio). :)

Atrair e envolver

A primeira coisa que se deve fazer é decidir se queremos que as pessoas sejam direcionados para a um website ou algo no Facebook, como uma página, uma aplicação, um grupo ou evento.
A partir daí, o objetivo é garantir novos seguidores (mo caso de uma página de Facebook). sou da opinião que não se deve vender nada no anúncio em si. Devemos angariar seguidores e torná-los compradores mais tarde, quando já estão familiarizados com a nossa marca.

O espaço disponível nos anúncios não é muito, por isso é preciso usá-lo com sabedoria. O título (25 caracteres) deve “agarrar” imediatamente a atenção do utilizador. Normalmente através de uma oferta ou um benefício. O corpo do anúnvio permite 135 caracteres para descrever e aliciar o utilizador. Existe depois a opção de fazer upload de uma imagem. Este passo é fundamental. Pode ser muito bem o aspecto mais importante de anúncio. Os utilizadores do Facebook são muito impulsionados pela imagem (ou não fosse o maior site de partilha do mundo), por isso, o visual gráfico que escolhermos vai pesar muito. Eu costumo criar várias (até 3) versões do mesmo anúncio. Com o mesmo texto, mas com imagens diferentes. Ao fim de 2 dias, escolho o que está a ter melhor recetividade e elimino os restantes.

Orçamento

Para iniciar uma campanha devemos determinar um budget por clique e orçamento diário. Podemos decidir que este valor será mais baixo, mas isso vai fazer com que chegemos a menos pessoas. Inicialmente,  se estamos apenas em testes devemos aceitar o valor que o Facebook sugere. A partir daí, tem a ver com o orçamento diário definido, que tem obrigatóriamente de ser ajustado à realidade da empresa. E é claro que é sempre possível fazer ajustes ao longo do tempo.

Testar

Devemos sempre testar os anúncios. Como disse mais acima, uma imagem pode fazer com que um anúncio passe de 0 clicks a 1000! Podemos e devemos criar várias versões do mesmo anúncio. Assim, seremos capazes de, facilmente, perceber que anúncio está a ter melhor performance (com base em cliques).

Analisar

Depois de criadas e iniciadas as campanhas, é preciso fazer o acompanhamento e ajustar em conformidade. O Facebook tem uma ferramenta que fornece informações sobre o comportamente dos utilizadores dentro da plataforma Facebook. Por isso, se tivermmso um anúncio a correr, podemos usar a ferramenta Facebook Insights para monitorar a interação.

O Facebook permite exibir anúncios que apontam para ligações fora do Facebook. Para acompanhar estes anúncios, temos simplesmente de instalar o pixel de conversão do Facebook. Este pixel é adicionado tanto no anúncio, como no website (nas tags header ou footer).
Mais informação sobre o pixel de conversão do Facebook: https://www.facebook.com/business/help/435189689870514

4 Dicas Para Melhorar o seu Email Marketing

email_marketing1. Refinar a estratégia de aquisição
Aumentar a lista de subscritores é fundamental, seja em que setor for. Sabendo portanto, que o tamanho da lista é inegavelmente importante, é igualmente crítico percebermos que é importante capturar subscritores de qualidade, ou seja, que sejam relevantes para o objetivo da campanha. Para garantirmos que estamos a preencher a nossa lista com subscritores de alta qualidade, é preciso começar por analisar onde e como as pessoas na lista de e-mail estão a interagir com a nossa marca. A partir daí, temos de procurar formas para melhorar e ampliar essas interações de forma a estimular a compra.

2. Personalizar o conteúdo
Os dias de criar um batch e clicar em “enviar” sem qualquer tipo de seleção, já lá vão. É imperativo segmentar o público alvo e a sua relevância, mesmo usando dados tão simples como localização e género, pode melhorar muito a experiência dos subscritores. Para além destes filtros mais simples e se quisermos ir mais além, enviar recomendações de produtos personalizados via email com base no histórico de navegação do assinante pode aumentar as taxas de conversão em até 25% e as taxas de click-through em até 35%.

3. Otimizar para mobile
Marcas que não conseguem otimizar as campanhas de email para plataformas móveis vão perder muitos subscritores. Com a tendência dos utilizadores a utilizarem cada vez mais os smartphones e tablets como o equipamento preferêncial para consulta de email, a otimização par mobile já não pode ser adiada.

4. Alavancar a acessibilidade dos email
Um subscritor pode facilmente arquivar e recuperar mensagens de email em qualquer dispositivo a qualquer hora e em qualquer lugar, o email é por isso, uma poderosa ponte para a comunicação de marca e ofertas. Ao não enviar regularmente ofertas por email, estamos a ignorar a maior audiência para esse tipo de conteúdo. Hoje em dia as pessoas interagem com as suas contas de email com tanta frequência, e é tão mais barato chegar até eles via email do que através de qualquer outro canal.

A fantástica utilidade que os emails pós-compra e de abandono de carrinho de compras reside na capacidade que nos dá de enviar ofertas em intervalos pré-definidos com base em estatísticas de ciclo de vendas e janelas de compra. Por exemplo, se chegarmos à conclusão de que os nossos assinantes fazem normalmente compras a cada 30 dias, podemos automatizar um email no dia 25 para estimular essa compra. Ou então, se automatizarmos um email a alertar o subscritor para o facto de que abandonou o carrinho de compras, e o enviarmos 48 horas depois do abandono ocorrer, podemos muito bem motivar um cliente que já estava interessado, e ajudamo-lo a dar o passo final da compra. Estas estratégias são altamente eficazes porque focam-se sobre os assinantes que já estão altamente direcionados para a compra.

Porque é que as empresas de reparações devem adotar uma estratégia de marketing digital

É um dado adquirido que quem gere uma empresa tem de perceber da poda. Portanto, é natural (e aconselhável) que um proprietário de uma empresa de reparações, perceba de equipamentos e ferramentas e tenha as suas preferidas em detrimento de outras. O mesmo se aplica aos profissionais da minha área, e nós sabemos bem qual é a nossa ferramenta preferencial: o Marketing Digital.

Situações do dia a dia: 1: O João tem uma rutura de canos na casa de banho de casa. E obviamente que a sua esposa não vai deixá-lo tentar arranjar o problema e meter-se em mais trabalhos! 2: A Rita quer mudar o chão da sua casa de azulejo para soalho flutuante. 3: Os Alves tiveram um problema e estão sem água quente. Toca de procurar uma empresa que faça reparação esquentadores lisboa! Todas as pessoas retratadas nestas situações poderiam ser clientes de empresas que apostem numa estratégia de marketing digital. Porquê? Porque todas estas pessoas vão procurar online por uma empresa que lhes resolva o problema. O negócio das reparações domésticas pode ser muito lucrativo para empreendedores e/oou proprietários que saibam promover a sua empresa no século XXI.

Folhetos, anúncios em jornais ou nas Páginas Amarelas e campanhas de telemarketing já não têm um bom ROI (Retorno de Investimento). A maioria das pessoas estão online, no computador ou no telemóvel.

Por isso, primeiro que tudo é preciso ter um website. Não tem um custo muito elevado e hoje em dia é fundamental. Mas um site por si só, não chega. As pessoas precisam de ser capazes de o encontrar. Isto significa que é necessário desenvolver estratégias de SEO (Search Engine Optimization) e SMM (Social Media Marketing) de forma a levar visitantes e potenciais clientes ao site. E se é daqueles que acham que as Redes Sociais são para adolescentes, deixe-me dizer-lhe que está errado. Por exemplo, o YouTube é também uma forma de mídia social, e os vídeos são imprescindíveis para promover a sua empresa e o seu trabalho.

Hoje em dia o mundo inteiro “é digital” e é obrigatório acompanhar a tecnologia, se quisermos permanecer competitivos. E esta máxima funciona para profissionais da área da tecnologia, mas no caso deste artigo, é direcionado princpalmente para proprietários destas empresas. De certeza que quando abriram empresa e iniciaram o negócio à 15 anos atrás, eram na altura os únicos empregados, e tinham de meter “a mão na massa”. E se reparavam esquentadores na altura, isso quer dizer que não reparam um novo, se tiverem de o fazer?! Claro que reparam! Ou seja, Acompanharam a tecnologia! Portanto, se fizeram isso, também não vão ter problemas em criar uma página de empresa no Facebook!

Mesmo uma das mais antigas técnicas de marketing, o famoso “passa palavra” se tornou digital! As opiniões são muito importantes, e é provável que muitas empresas ainda obtenham muitos clientes através de referências. Quando alguém conta ao vizinho ou ao amigo que a empresa “XPTO” fez um grande trabalho, esse mesmo vizinho e/ou amigo vão ficar com o contacto da “XPTO”. No entanto, o mundo “cibernético” é muito maior. Muitos sites como as páginas amarelas têm um local onde os clientes podem postar comentários sobre uma empresa. Obtendo comentários positivos, gera-se mais negócio e mais negócio está cada vez mais no digital.